iinsana #8 | Reflexões de Domingo
Você já se perguntou o que faz você estar com o seu parceiro
(a)?! Que qualidades, defeitos, momentos te fizeram querer estar com essa
pessoa e não com aquela?!
Recentemente discutindo sobre paixão, chegamos eu e a
pessoa em questão no denominador comum: “paixão não se explica, ela simplesmente
acontece! Quando viu, já foi!! Fudeu!!!”, confesso que mediante esse papo (que
surgiu sabe-se lá Deus por que) realizei um mini-flashback das vezes em que me “apaixonei”e
o porque isso havia acontecido.
No momento - imerso
pelos mais variados sentimentos - você
não é capaz de perceber o porque aquilo está acontecendo, só sabe que
suas necessidades básicas (como alimentação e sono) foram rapidamente
substituídas por horas intermináveis de conversa - que sá suspiros profundos e olhar no horizonte - com o ser por quem se está
apaixonada (quer dieta mais poderosa que a paixão?!).
Mas voltemos ao meu mini-flashback, apaixonar-se é fácil
para uns e nem tão fácil para outros (sou desse segundo grupo aí) e olhando as
vezes em que estive apaixonada por alguém percebi que por algum motivo, aquela
pessoa se enquadrava nos MEUS desejos “do
momento”.
Enquanto eu achava que estava encantada com a aparência, ou
com a forma que era tratada, em como havia graças a Deus um encaixe na
cama, ou talvez o quanto estar perto daquela pessoa O TEMPO TODO me fazia bem,
vim a me dar conta anos depois, que além da pessoa que estava ali (e que era
real), havia muito das minhas coisas/vontades nesses relacionamentos (me atrevo
a dizer que havia muito mais % meus do que dos envolvidos).
Já sabemos que houveram “fins”, porque não foi possível
perceber que não era bem assim que a banda tocava. Claro que a pessoa tinha
qualidades que obviamente me fizeram ficar apaixonada, mas com o passar do
tempo vi que os interesses eram completamente diferentes, que a forma de agir
mudava conforme o status de relacionamento, que haviam valores muito opostos aos que eu julgava correto (comigo e com terceiros) e também não quero crer que
ouvi coisas que serviram somente para me agradar por tanto tempo.
Pois bem, eis que comecei esse texto por uma série de motivos (que não vem ao caso), mas
me peguei aqui, num fim de domingo me perguntando porque algumas pessoas insistem
tanto em relacionamentos fadados ao fracasso, onde nenhuma das partes está
feliz, e o pior há - de verdade - alguém insatisfeito, sem a capacidade de
chegar e dizer: “meu bem, não está funcionando!! Você até que é bem bacana, mas
não vai rolar! Desculpe, não sou eu, nem é você, somos esse nós que não
funciona!”.
Mas não!!! As pessoas seguem nos relacionamentos, por vezes
se machucando mais do que machucando o outro (falo isso quando penso em brigas,
traições e o famoso “bunda com bunda” de quem dorme/mora junto).
E sabe que fica interessante quando você passa a se
entender, saber o que aceita ceder e o que não vai modificar nem fodendo, você entra quase
que numa linha de “seleção natural”, titio Darwin não falava só das espécies da
fauna e flora meus queridos, é possível presenciar isso de perto quando falamos
do homo sapiens (a saber que sim, Darwin escreveu sobre o homem, mas não aplicaremos a frase, muito menos ao conteúdo deste texto).
O receio da negativa quando estamos em fase de conquista,
onde você vai lançar mão de todas as suas artimanhas para fazer com que o outro
se apaixone, pode ser torturante se do outro lado houver alguém inseguro o
bastante para te sinalizar de cada passo que deve ser dado e “sutilmente” te avisar sobre
reações que você deva ter. O que
aconteceu com a espontaneidade? Com o simples “vou fazer!!! Se der deu, se não
der não deu!”. As pessoas chegaram no ponto de armar mil teorias sobre o porque
de você não responder ou responder, não visualizar ou falar deste ou daquele jeito.
Não se pode mais ser espontâneo ou natural – peraê!! Tive um
insight!! – talvez alguns controles que as pessoas queiram nos exigir seja porque
há muito interesse da parte delas e elas não querem nos perder porque somos sua
metade da laranja e consequentemente porque hoje em dia ninguém mais pode
demonstrar nada, elas nos dão mini pistas de que estão interessadas querendo
controlar tudo?! Se você leu esse parágrafo e pensou: “essa guria é iinsana
mesmo!! Que porra é essa?! Que exagero, credo!”, pois bem querida (o) tamô
junto.
Bom, esse texto imenso (com puta dificuldade de escrever
numa mesma frase as palavras “eu + apaixonada”) com toda essa reflexão, é pra
dizer: parem de ser uns filhos da puta com vocês mesmos e com as pessoas!!!
Seja você que tá namorando ou tá casado (tá ruim, não tem mais jeito, separa
porra!! Essa daí não é a única, nem a última, criatura do mundo)!! Tá solteiro
e quer só sexo?! Dá tua deixa de que não tá pelo compromisso (nem vem, todo
mundo dá seu jeitinho para deixar claro que no fundo não quer relacionamento,
vai que a pessoa do outro lado também só queira um rala e rola?!). Tá solteiro
e quer compromisso, qual é a porra do problema em falar?! Que cansou da noite,
que quer se aquietar e achar alguém bacana?!
Mas esteja preparado (ou não) para a resposta que vem do
outro lado. Você pode sinalizar seus interesses, que podem ser o mesmo da outra
pessoa ou não. E gente, qual é o problema de vocês com isso?! Parece pessoal e
intranferível a pessoa querer coisas diferentes de você. Lembra do lance da
paixão ocorrer do nada?! Nossas prioridades podem mudar?! Podem!! Só parem de
levar tão como “é comigo que ele não quer nada”, as vezes é só um momento (que
infelizmente era diferente do seu).
Não, nada me aconteceu em particular pra eu estar escrevendo
um super texto e sobre esse assunto (conheço bem vocês... parem de fantasiar
coisas kkkkkkk) só andei pensando sobre isso e quis compartilhar com vocês,
afinal de contas isso aqui é um blog (que as vezes é vlog, vai da disposição de quem
vos escreve/grava).
Desculpem pelo sumiço!! Voltamos??!!!


Voltamos!!!! 👏👏👏👏 Teus textos são top!
ResponderExcluirVoltamos Lisiii!!!!
ExcluirValeu amoreca!!! Pretendo escrever mais \o/
Beijo grande xuxu
Voltamos!!!! 👏👏👏👏 Teus textos são top!
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